segunda-feira, 24 de novembro de 2008

AUSTRÁLIA

A exótica e bela Austrália encanta pela receptividade de seu povo e pelo superlativo de alguns pontos turísticos como o Ayres Rock, a Grande Barreira de Corais, a Wave Rock e a Ilha Fraser.
No imaginário mundial, a nação é o país dos bumerangues, cangurus, coalas, demônios da Tasmânia e aborígines. O último é um povo com mais de 60 mil anos e que hoje luta pelo direito de resgatar suas as terras.
Mas a Austrália não é só isso, o país, que é um dos mais ricos do mundo, tem o turismo bem desenvolvido e além dos passeios tradicionais, oferece opções de ecoturismo e turismo de aventura.

Grande Barreira de Corais ou Great Barrier Reef
É o maior recife de corais do mundo, ao todo são 34.000 km2 , e também é considerado o maior parque marinho do planeta. Quem mergulhar nos mais de 2 mil km do litoral da Grande Barreira verá cardumes de peixes coloridos, arraias gigantes, tartarugas-verdes, golfinhos e tubarões-baleia - inofensivos ao homem. Além disso, há dezenas de caverna submarinas. A Great Barrier está localizada em Queensland e algumas agências de viagem organizam vôos panorâmicos de helicóptero.

Observação de animais
Ver de perto coalas, cangurus, ornitorrincos, golfinhos, focas, demônios da Tasmânia, pingüins e baleias são uma possibilidade para quem vai à Austrália. Entre dezenas de posto de observação encontramos golfinhos no Port Stephens (Sidney), coalas no Lone Pine Koala Sanctuaru (Queensland), ornitorrincos no National Capital Exhibition (Canberra), focas no Seal Rock Sea Life Centre (Victoria), demônios da Tasmânia em Horbart (capital da Tasmânia), pingüins e baleias no Penguim Center (South Australia) e cangurus no Parque Nacional Namadgi (Canberra).

FONTE: http://www.webventure.com.br/destinoaventura/index.php?destino=destino_mostra&mdireito=nao&id_destinos=114&pid=

sábado, 1 de novembro de 2008

Regulamentação dos Turismólogos

A indústria do turismo no Brasil é responsável, atualmente, por seis milhões de empregos. A arrecadação de impostos diretos e indiretos decorrente da atividade turística gira em torno de US$ 7 bilhões e, sem dúvida alguma, vem permitindo o desenvolvimento econômico de centenas de municípios brasileiros.
O Brasil ainda ocupa o modesto 26º lugar no ranking da Organização Mundial de Turismo de destino turístico mais procurado no mundo. Ressalte-se, porém, que a vinda de 5,3 milhões de turistas estrangeiros no ano de 2000 gerou uma receita de US$ 4,2 bilhões em divisas.
Os negócios de turismo representam 4% do PIB, com influência em 52 segmentos diferentes da economia. Segundo cálculos mais recentes, a indústria do turismo estará investindo até 2002 cerca de US$ 6 bilhões na construção de resorts, hotéis e pousadas, criando, assim, 140 mil empregos diretos e 420 mil indiretos no mercado de trabalho.
Dentro desse contexto, onde a atividade turística exige cada vez mais profissionalismo e competência para crescer e disputar com outros mercados tradicionais, a presença especializada do bacharel em turismo e em hotelaria é de fundamental importância.
A ele compete conhecer todos os degraus de complexidade da atividade turística e, como conseqüência, está plenamente habilitado para trabalhar na direção de hotéis, agência de viagens ou empresas similares.
O bacharelado em turismo é um curso superior com duração de quatro anos e contém em seu currículo, entre outras, as disciplinas de administração, antropologia, direito, economia, estatística, estudos brasileiros, filosofia, geografia, marketing, contabilidade, língua portuguesa e língua estrangeira.
As áreas de especialização desse profissional abrangem o agenciamento, alimentos e bebidas, eventos, hospedagem, lazer, meio ambiente, planejamento e organização de turismo, teoria geral do turismo e transportes.
O técnico em hotelaria é o profissional responsável pela gestão do hotel, podendo atuar na área de alimentos e bebidas, hospedagem ou marketing.
Apesar do turismo representar cada vez mais um caminho promissor para a economia do país, não existe ainda uma preocupação maior para com os profissionais que nele trabalham, haja vista que até o momento ainda não foi reconhecida e regulamentada sua profissão.
Por isso julgamos ser de extrema urgência a regulamentação do exercício da profissão de turismólogo, a fim de que esses profissionais possam atuar plenamente na área de sua especialização com o merecido respeito e reconhecimento.
Estas as razões que nos levam a formular o presente projeto de lei, que submetemos à apreciação dos nobres colegas integrantes desta Casa, na expectativa de sua pronta acolhida.


PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 290/2001

Dispõe sobre regulamentação do exercício da profissão de turismólogo.

O CONGRESSO NACIONAL decreta:

Art. 1º A profissão de turismólogo será exercida:

I – pelos diplomados em curso superior de Bacharelado em Turismo, ou em Hotelaria, ministrados por estabelecimentos de ensino superiores, oficiais ou reconhecidos em todo território nacional;

II – pelos diplomados em curso similar ministrado por estabelecimentos equivalentes no exterior, após a revalidação do diploma, de acordo com a legislação em vigor;

III – por aqueles que, embora não diplomados nos termos dos incisos I e II, venham exercendo, até a data da publicação desta Lei, as atividades de turismólogo, elencadas no artigo 2º, comprovada e ininterruptamente há, pelo menos, cinco anos.

Art. 2º Consideram-se atividades específicas do turismólogo:

I – planejar, organizar, dirigir, controlar, gerir e operacionalizar instituições e estabelecimentos ligados ao turismo;

II – coordenar e orientar trabalhos de seleção e classificação de locais e áreas de interesse turístico, visando o adequado aproveitamento dos recursos naturais e culturais, de acordo com sua natureza geográfica, histórica, artística e cultural, bem como realizar estudos de viabilidade econômica ou técnica;

III – atuar como responsável técnico em empreendimentos que tenham o turismo e o lazer como seu objetivo social ou estatutário;

IV – diagnosticar as potencialidades e as deficiências para o desenvolvimento do turismo nos municípios, regiões e estados da federação;

V – formular e implantar prognósticos e proposições para o desenvolvimento do turismo nos municípios, regiões e estados da federação;

VI – criar e implantar roteiros e rotas turísticas;

VII – desenvolver e comercializar novos produtos turísticos;

VIII – analisar estudos relativos a levantamentos sócio-econômicos e culturais, na área de turismo ou em outras áreas que tenham influência sobre as atividades e serviços de turismo;

IX – pesquisar, sistematizar, atualizar e divulgar informações sobre a demanda turística;

X – coordenar, orientar e elaborar planos e projetos de marketing turístico;

XI – identificar, desenvolver e operacionalizar formas de divulgação dos produtos turísticos existentes;

XII – formular programas e projetos que viabilizem a permanência de turistas nos centros receptivos;

XIII – organizar eventos de âmbito público e privado, em diferentes escalas e tipologias;

XIV – planejar, organizar, controlar, implantar, gerir e operacionalizar empresas turísticas de todas as esferas, em conjunto com outros profissionais afins, como agências de viagens e turismo, transportadoras e terminais turísticos, organizadoras de eventos, serviços de animação turística, parques temáticos, hotelaria e demais empreendimentos do setor;

XV – planejar, organizar e aplicar programas de controle de qualidade dos produtos e empreendimentos turísticos, conforme normas estabelecidas pelos órgãos competentes;

XVI – emitir laudos e pareceres técnicos referentes à capacitação ou não de locais e estabelecimentos voltados ao atendimento do turismo receptivo, conforme normas estabelecidas pelos órgãos competentes;

XVII – lecionar em estabelecimento de ensino técnico ou superior;

XVIII – coordenar e orientar levantamentos, estudos e pesquisas relativamente a instituições, empresas e estabelecimentos privados que atendam ao setor turístico;

Art. 3º O exercício da profissão de turismólogo será exercida na forma do contrato de trabalho, regido pela Consolidação das Leis do Trabalho, ou como atividade autônoma, conforme legislação vigente.

Art. 4º O exercício da profissão de turismólogo requer registro em órgão federal competente mediante apresentação de:

I – documento comprobatório da conclusão dos cursos previstos nos incisos I e II do artigo 1º, ou comprovação do exercício das atividades de turismólogo, previsto no inciso III do artigo 1º;

II – carteira de trabalho e previdência social, expedida pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Art. 5º A comprovação do exercício da profissão de turismólogo, de que trata o inciso III do artigo 1º, far-se-á no prazo de cento e oitenta dias, a contar da data de publicação desta Lei.

Art. 6º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Fonte: http://www.revistaturismo.com.br/materiasespeciais/turismologo.html

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Cachoeiras são atração na Chapada Diamantina


A Chapada Diamantina, no interior da Bahia, conta com algumas das maiores cachoeiras do Brasil. Por meio de suas trilhas, os visitantes podem realmente perder o fôlego com as quedas da Cachoeira da Fumaça e do Furacão.
Para chegar à Fumaça, há várias formas de fazer a visita, mas a mais comum é por meio de uma trilha de aproximadamente 6km. O turista precisará estar em forma e com passadas firmes para chegar ao topo do local, de aproximadamente 1.000m.
Localizada no município de Palmeiras, a 70km de Lençóis, o ecoturista irá enfrentar um trecho forte de subida, de 2km de extensão, e depois mais 4km pela parte mais plana.
No entanto, as pessoas acabam minimizando a forte caminhada com um visual incrível da região e se refrescando com a passagem por rios e trechos com água. Por essa razão, é mais indicado fazer a trilha com uma sandália.
Na chegada ao topo da Fumaça, o turista poderá acompanhar uma visão de quase 360º da região por meio de um penhasco, caso tenha coragem para ver uma a cachoeira de 380m de altura.
Para isso, com a ajuda de um guia, a pessoa poderá ir agachada à ponta da pedra e olhar para baixo. A necessidade da ajuda de um profissional é necessária em razão da sensação de estar caindo daquela altura.
Para os mais nervosos com a altura, há a possibilidade de ir a um outro local mais próximo ver a queda d'água.
A outra cachoeira interessante para visitação é a da Fumaça, localizada no Parque Natural do Espalhado, quase limite com o Parque Nacional da Chapada Diamantina. A trilha é menor, cerca de 3km, e possibilita que os visitantes vejam outras pelo caminho, como o Buraquinho, a das Orquídeas e a do Espalhado.
Os rios Mucugezinho, Riachão e Jubiara se juntam e formam o Espalhado. No final, esse rio forma a Cachoeira do Buracão, que tem uma queda de 85m.
Em dias em que a correnteza e o nível do rio não estão muito altos, os mais corajosos podem fazer a descida ao lado de guias por meio de uma trilha e ter a chance de ver ainda mais de perto a queda do Buracão.
Outras dicas de cachoeiras na Chapada Diamantina são a do Mosquito, a do Sossego e a do Ribeirão do Meio, local onde o visitante escorrega por meio de um enorme tobogã natural.


Fonte: http://turismo.terra.com.br/interna/0,,OI1501310-EI176,00-Cachoeiras+sao+atracao+na+Chapada+Diamantina.html

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Buenos Aires é a capital européia na América Latina


Buenos Aires é mesmo a capital mais européia da América Latina; cada um de seus recantos está impregnado do conhecido charme portenho, homens bonitos e bem vestidos - acompanhados por mulheres que não se importam em ditar novas tendências de moda - transitam apressados por suas ruas. Além de existir um pouco de história em cada esquina, a cidade recende a manifestações culturais e políticas.
Não é impressão: você vai tropeçar em pedaços de história a cada instante. Pode ser uma casa, uma rua, uma árvore e até um cemitério. O melhor é que tudo está à disposição por valores bem acessíveis para quem escolhe a capital da Argentina como destino. Na comparação com os preços no Brasil, os hotéis na média são baratos, há acomodações para literalmente todos os bolsos e os restaurantes e cafés, mesmo que com contas mais "salgadas", estão longe de apresentar valores proibitivos.

Por tudo isso, a dica é a seguinte: se você quer mesmo conhecer Buenos Aires, comece pelo Centro. Aqui está um pouco de tudo que a capital da Argentina oferece: há lugares históricos, passeios, hotéis ruins, bons ou excelentes, uma infinidade de opções de compras, pontos turísticos conhecidos ou não, restaurantes tradicionais e modernos, livrarias, cinemas e cafés. O Centro histórico e cultural, também conhecido como "el centro", é onde largas avenidas se misturam com ruas muito estreitas e onde estão a Casa Rosada, os calçadões da Florida e da Lavalle, casas de espetáculos, pizzarias e livrarias que agitam a noite e, claro, parte da Avenida 9 de Julio e da Corrientes, ou a Plaza San Martin. Em grande parte das vias, é possível circular com segurança à noite.

Do Centro, você pode ir a pé até a Recoleta, ou, se preferir seguir para o sul, a San Telmo, e Puerto Madero é bem ali embaixo. Caso não goste de caminhar, tome um dos famosos táxis negros. Eles estão por toda a parte e também cobram tarifas baixas na comparação com os preços praticados no Brasil. Apenas fique certo de que estará perdendo alguma coisa. Buenos Aires é uma cidade para ser conhecida a pé. Tudo aqui leva você a caminhar. Não é só a possibilidade de encontrar um lugar famoso quando dobrar a esquina. As construções foram erguidas para serem apreciadas, as árvores e flores são uma atração à parte e é muito fácil, mesmo para quem está chegando pela primeira vez, de se localizar, pelo menos entre as regiões mais conhecidas.

Uma das características da capital é a existência de extensas avenidas, que cruzam os limites dos bairros. Outra é que a disposição dos bairros mais conhecidos torna remota a possibilidade de você se perder. Belgrano, Palermo, Recoleta, Centro, Puerto Madero, Montserrat, San Telmo e La Boca, nesta ordem, estão dispostos em uma faixa próxima ao rio e qualquer mapa, mesmo um bem simples, possibilita esta orientação.

A cidade, como se sabe, é pretensiosa sim. A efervescência cultural dá uma idéia do que se encontra por aqui. A grande via de concentração dos espetáculos, a Corrientes, passou por altos e baixos. Mesmo assim, os portenhos continuam a considerá-la a Broadway latino-americana. Nem tente comparações com o Brasil. Além da histórica rivalidade, eles se têm como bem mais cultos. Voltando a Corrientes: a avenida concentra o teatro tradicional e Buenos Aires pode orgulhar-se de manter em média 150 produções semanais.

E como os hermanos não se abalam com facilidade, aproveitaram as crises para instituir espaços menores, em um circuito mais alternativo - e popular - conhecido como Off-Corrientes. Expandiram a arte a Abasto, Almagro e Palermo. Criaram uma mistura que em Buenos Aires é típica: por isso a mesma cidade que leva a arte para pontos distantes , às vezes bem alternativos, mantém a defesa permanente de ícones como o Colon e o Actors Stúdio. Na gastronomia, isso se repete. Em que outra capital latino-americana um restaurante de classe e cheio de pompa é especializado em cozinha argentina (onde as carnes são o forte) e sushis, e chama o resultado de culinária de autor ou fusion, tudo com um toque de contemporaneidade.

Por falar em contemporâneos, se você faz o gênero ao estilo mais tradicional, seu lugar é em Puerto Madero. Ferraris estacionadas junto a entradas de escritórios luxuosos de grandes corporações, restaurantes caros e um toque retrô, já que estamos no porto. Sim, em Buenos Aires tudo se mistura, mas as diferentes tribos têm seus territórios demarcados. A ambigüidade é romântica e, por isso, faz parte da alma portenha. Assim, se você gosta de história, política e cultura, volte ao Centro. Ou hospede-se em San Telmo e Montserrat.

Agora, se além disso, também quer sofisticação, fique na Recoleta ou em Palermo. Sobram bons restaurantes e lojas de grifes de tirar o fôlego - e esvaziar os bolsos. Palermo, é bom lembrar, também concentra os descolados e fãs de programas alternativos. Além disso, tem as melhores baladas de Buenos Aires (os portenhos dizem que são as melhores do continente, claro). As casas noturnas são mais "quentes" em Palermo Viejo (uma das subdivisões dentro de Palermo), que por sua vez, abriga outras duas regiões menores: Palermo Soho e Palermo Hollywood. Qualquer lembrança que o remeta aos originais não é mera coincidência. Aquelas mulheres que você vê circulando pelo Centro "ditando tendências", chegam às baladas como se estivessem de fato em Nova Iorque ou Hollywood.

A diversão à noite é garantida. Só não passe o dia seguinte dormindo no hotel. Por mais lugares que conheça, sempre vai sair da cidade com a sensação de que algo lhe escapou. Talvez, por isso, antes de chegar ao aeroporto, já esteja com vontade de voltar.


Fonte: http://turismo.terra.com.br/interna/0,,OI3083455-EI1422,00.html

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Pesquisa



Pessoal,
estou precisando da ajuda de vocês,
estou com um projeto de implantação de um balão igual ao da foto na cidade do Recife, esse balão ja existe em 43 cidades do mundo, é chamado de balão cativo.
Preciso da sua ajuda fazendo o seguinte:
1) Me diga se você tem interesse em visitar esse balão, você estando no Recife?
2) Quanto pagaria para realizar uma viagem de aproximadamente 20 minutos, de um valor que você acharia justo?
3) Idade e Cidade?

Por favor, me responda isso, só essas perguntas...

sábado, 21 de junho de 2008

La villa de Ayllón (Segovia)


La villa medieval de Ayllón es una de esas excursiones de la provincia de Segovia que conjugan monumentos, paisaje e historia. Esta vez, el viajero no tendrá que buscar la información en guías ni folletos para recorrer sus calles, porque la historia viene a su encuentro en forma de visitas teatralizadas que recorrerán la población hasta el próximo otoño.
El paseo, de dos horas de duración, comienza en el Arco, la única entrada que queda en pie de las murallas, junto al palacio de los Contreras, un edificio isabelino que probablemente albergó a Álvaro de Luna, señor de estas tierras. El recorrido continúa por la plaza Mayor, porticada, con el Ayuntamiento, casi con seguridad antiguo palacio de los Marqueses de Villena, y la iglesia románica de San Miguel, del siglo XII. Por encima de los tejados sobresale la espadaña de la iglesia de Santa María la Mayor. Del siglo XVI es el palacio del Obispo Vellosillo, que perteneció a este ilustre hijo de la villa y teólogo.
En calles y plazas llega el eco del pasado en boca de sirvientes, o personajes anónimos del pueblo que comparten sus cotilleos con los viajeros, o se pone voz y presencia a algunos de los nombres que colocaron esta villa segoviana en el mapa de la Península en el siglo XV. En 1411 se reunió aquí la reina castellana Catalina de Lancaster con Fernando de Antequera, que se convertiría en rey de Aragón. Pocos días después llegó a Ayllón el futuro santo fray Vicente Ferrer, quien se hospedó en el convento de San Francisco. Y no hay que olvidar al condestable del reino de Castilla Álvaro de Luna, al que se le debe el mayor esplendor de la villa, cuando fijó aquí su famosa corte, principalmente en sus destierros (1427 y 1438).
La sorpresa final llega con los créditos, porque estos estupendos actores son personal del Ayuntamiento que, tras un curso de formación promovido por la Asociación Ayllón Medieval, tienen el reto cada fin de semana de traer al presente el pasado de la población. Finalizado el recorrido, toca saborear el suculento asado de cordero que ofrecen los restaurantes de la zona.


Fonte: http://www.elpais.com/articulo/viajes/horas/medievales/elpviavia/20080524elpviavje_1/Tes/

Ministro inaugura a maior praia artifical de água quente do mundo em Goiás

O novo ministro do Turismo, Luiz Barreto, inaugurou, nesta sexta-feira, a Praia do Cerrado, maior praia artificial do mundo de águas quentes termais e piscina de ondas, no complexo Rio Quente Resorts, em Goiás. Na solenidade, afirmou que "Goiás será um dos locais que receberá os jogos da Copa do Mundo em 2014 e estará preparado para receber os turistas". O evento contou com a presença de autoridades locais, empresários, artistas e convidados. "O Brasil não é só sol e praia", disse o ministro na cerimônia, ressaltando a importância do principal destino turístico do cerrado brasileiro.
O empreendimento recém-inaugurado de 25.000 metros quadrados representa 8% -o equivalente a R$ 13 milhões- do investimento de R$ 165 milhões que está sendo feito no complexo Rio Quente, que abriga o parque aquático Hot Park. Atualmente, o Rio Quente Resorts recebe cerca de 1 milhão de pessoas por ano e figura entre um dos principais destinos de famílias no Centro-Oeste do país.
Além da Praia do Cerrado, dois novos hotéis, um condomínio imobiliário e um campo de golfe estão previstos para serem construídos e fazerem parte do megacomplexo, que pretende dobrar o número de visitantes, com a finalização das obras em 2012. A praia artificial e a piscina de ondas serão abertas ao público no domingo, dia 22 de junho.

Fonte: http://viagem.uol.com.br/ultnot/2008/06/21/ult4466u322.jhtm

Monte Verde mistura romantismo e aventura


Lugar conhecido como Vila do Romance, Monte Verde, um pequeno distrito da cidade de Camanducaia, em Minas Gerais, promete ser a viagem perfeita para casais que procuram romantismo nos jantares à luz de velas e nas lareiras acesas por todos os restaurantes. O local também é o ponto certo para aventureiros que buscam contato com a natureza e esportes radicais.
A vila, como costuma ser chamada pelos habitantes locais, possui um clima seco e frio. As baixas temperaturas e o charme da arquitetura local (com influência européia) atraem muitos casais em busca de um fim de semana ou de férias românticas. Monte Verde possui mais de 140 opções de pousadas, hotéis e chalés que encantam pela diversidade de serviços e programas oferecidos.
A 456km da capital mineira, 167km de São Paulo e 420km do Rio de Janeiro, a região, situada entre as montanhas da Serra da Mantiqueira e que fica a mais de 1,5 mil metros de altitude, tem uma história relacionada ao romantismo desde sua fundação. O casal de imigrantes Verner e Emilia Grinberg, durante sua viagem de lua-de-mel, encantou-se com a região, que lembrava a Letônia, sua antiga terra natal. O nome Monte Verde é uma tradução do sobrenome dos fundadores: grin significa verde e berg, montanha.

Fonte: http://turismo.terra.com.br/interna/0,,OI1812588-EI1415,00.html